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terça-feira, 6 de novembro de 2018

A sombra do bumbum




Era uma noite quente de verão no Nordeste. Cheguei do trabalho e fui direto tomar banho. Nua, olhei para baixo – e vi minha sombra no chão. O meu bumbum era redondo, lindo e empinado para mim. Isso me deixou feliz e curiosa. A minha sombra se movia à medida em que eu me movimentava e, assim, mudando de posição eu quis ter uma melhor visão do encontro de minhas nádegas.
Sei que uma sombra é algo inexistente – eu é que produzia aquela imagem que me fascinava. Assim, eu tive um momento de lucidez, não queria ter desejos sexuais de meu próprio corpo.
Quando eu era menina, faz algum tempo, havia a curiosidade de saber como eram meus seios – se eram empinados, durinhos, como ficavam dentro de um sutiã e coisas do gênero. Os desejos sexuais crescem conosco, ao menos no meu caso. E me pergunto agora, neste exato momento: “Ô bumbum lindo, por que você é tão empinadinho?”
Certo, tenho um pouco de narcisismo. Eu é que não sabia que o corpo da gente nos prega peças. Será que é por isso que as mulheres se enfeitam tanto para si mesmas? Será que o tom do batom (escolha da própria mulher) nos deixa mais aprazível durante o dia? Estou agora cheia de interrogações.
Numa noite quente como esta, enquanto os sons da rua se misturam dentro de meu apartamento, estou buscando posições de deixar meu bumbum contra luz para ver a sombra dele. Talvez eu seja solitária. Fico na dúvida se eu não deveria era convidar um colega de trabalho para dormir comigo e, nus, ficarmos antes do sexo projetando nossos corpos em oposição à luz. Tenho certeza que uma silhueta feminina é tão bela quanto a masculina... O corpo de um homem tem um lugar efervescente de desejos dentro de mim. Dentro das roupas masculinas estão braços, pernas, um pênis ereto... Quando penso nisso minha vagina se molha. E tenho que me saciar hoje, pois que a imagem da sombra de meu bumbum acendeu uma chama dentro de meu corpo...
E que estou fazendo passando os dedos entre minhas pernas? Quando começo a me acariciar, minha imaginação é tão forte que penso estar com um homem me chamando de “safada” e aí me dá uma comichão íntima por sexo. Só me resta então meus pensamentos libidinosos, minhas palavras devassas no banheiro, meus dedos fiéis...

No consultório do dentista



Ao entrar na sala do consultório do dentista, tem-se, momentaneamente, a sensação de que tudo é novo e moderno. Traz um conforto de que o profissional também seja um recém-formado.
As cadeiras, de uma madeira leve, pintadas de verniz incolor, tinham entre elas umas mesinhas com revistas. O chão era de uma cerâmica limpíssima, de cor bege. Chegava a impressão de que o local era bem cuidado para dar aos clientes o prazer, ou melhor, retirar o medo de virem ao dentista.
Numa das cadeiras em frente à minha, estava uma mulher de uns quarenta anos, saia curta, portanto, assim visível, suas coxas grossas e morenas. De quando em quando, ela folheava a revista que tinha às mãos e, ao fazer isso, cruzava e descruzava as pernas.
Não dei importância, nem procurei saber que relação os dois fatos tinham. Concentrei-me no fundo da calcinha, que se notava quando ela cruzava as pernas. Era uma calcinha preta de renda, muito minúscula, que deixava entrever os pelos que estavam nascendo nas virilhas. O fato me deixou excitado, por eu gostar de uma perereca bem cabeluda (tenho esse gosto desde a adolescência). Olhei mais um pouco, procurando ser discreto, enquanto entabulava uma conversa com uma senhora de lado. Esta percebeu o que eu fazia que me cutucou com numa das pernas.
 Decerto que eu me aproveitei e demorei mais o olhar na cena à minha frente. Respirei fundo no exato instante em que a mulher iniciou o movimento de descruzar as pernas. As coxas torneadas ainda permitiam uma abertura entre elas o que me deixou em êxtase para ver o fundo da calcinha preta. Julguei, na minha imaginação, que a calcinha tivesse um pouco do líquido liberado pela vagina e quase senti-lhe o cheiro (adoro cheiro de uma piriquita saudável!), o que me deixou com o pênis ereto.
Desse modo, eu tive que mudar de posição na cadeira, pois minhas calças apertadas iriam deixar visível o monte gerado por meu órgão masculino. Todavia, a senhora ao lado notou. Intrigante é que ela sorriu e me deu outra cutucada nas pernas. Bem safadinha, hem? (Deve ter tido ou ainda tenha uma vida sexual bem ativa, sei lá! Não entendo da velhice.).
Quase pigarreei, contudo apenas sorri. Meus olhos (com certeza) eram de um brilho malicioso, que a mulher em frente deu-me aquele sorriso de bem-vindo. Ela é uma destas deusas que têm nos lábios o sabor provocante para um beijo. E fiquei mais cativado quando ela passou lentamente a língua neles – inicialmente a língua ficou com a ponta encostada nos lábios, depois seguiu-se um contorno da parte superior para a inferior. Em todo o movimento, os olhos femininos não se desgrudaram dos meus...
Nem percebi que a porta do consultório se abrira e que a atendente viera chamar a próxima pessoa a ser atendida. A mulher levantou-se, seguiu a atendente e a salinha de espera ficou com um vazio – uma falta de alguém.a senhora me sorriu novamente, passou a mão destra em minha coxa esquerda e comentou:
_ Ela é amante do dentista! E ele tem a idade de ser pai dela!
Não era um tom de fofoca. Pareceu-me uma forma de me avisar que eu não alimentasse esperanças vãs. Então, o cretino do dentista estava pegando a boazuda! Ah, velhote!... Quero ficar velho assim, pensei.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

A porta

Talvez ele seja a única pessoa que chega do trabalho por volta das vinte e quatro horas. Aos dezenove anos, precisa ter de ser garçom nas folgas de seus estudos de enfermagem, quando ainda tem vontade de estar pelas ruas de conversa com amigos. Pensa que isso não se chama uma noite muito feliz, como muitas que vêm se repetindo de estudos pela madrugada.
Não se deveria deixar um jovem procurar estudar numa noite de luar assim. Então, começa por admirar as luzes da cidade e depois fica um bom tempo sentado na varanda da casa agradando os olhos com a lua cheia.
E não vê nada de errado ficar por ali apanhando um vento e com os pensamentos numa bela garota. Devia ser por influência das noites e noites que fica ouvindo os gemidos do casal do quarto ao lado do dele. Esse negócio de morar em pensão tem, no fundo, um caráter de curiosidade da intimidade do outrem. Em um ou outro momento, os casais deixam passar a ideia de que são bons de cama...
Uma languidez crescente parece-lhe vir agora. Precisa é subir para os aposentos, sem grandes avivamentos de quadros eróticos em sua mente.
Ah, que a noite traz sons de música por toda parte!
O corpo o chama para um bom banho e cama.
Êpa! Que os sons não são apenas de música... alguém geme, baixinho, como se a respiração estivesse sendo cortada... mas com espasmos de prazer!?...
O efeito na mente dele é imediato. Olha para o corredor vazio. O corpo inicia um processo de excitação, com as mãos nervosas, os olhos vidrados e alertas em tudo à volta e um aceleramento nas batidas do coração.
E se aproxima na ponta dos pés da porta contígua a seu quarto. Todavia não olha de imediato pela fechadura. Deixa o ouvido colar à madeira enquanto seu pulso parece sentir o que acontece dentro do recinto do casal.
Realiza mentalmente uma construção da imagem da mulher. Morena-clara, um metro e setenta, pernas bem torneadas e um bumbum rijo e com nádegas parecendo serem dois melões marrons. Os seios bem arredondados, constantemente semiexpostos em blusas leves e curtas. Os lábios conservam sempre um convite para um beijo úmido de língua, com todo aquele batom vermelho, muito bem colocado, diga-se!
Olha para a porta: de repente, lembra-se da fechadura. Abaixa-se para que os olhos fiquem numa altura em que possa ver o que acontece dentro do ambiente pelo orifício da chave da porta. Mas e a chave?!
Um calafrio lhe percorre o corpo quando nota que ela não está ali.
Lança uma olhadela rápida pela fenda, como um piscar de olhos.
O som do coração e dos gemidos que ouve de dentro do quarto espalha-se pelo corpo dele, e coloca as mãos no fecho da calça, sem raciocinar, como algo natural ou mecânico.
Ai, meu pau! – Quer gritar,
A um canto do quarto uma cama de casal, abriga o casal; ao alcance dos olhos dele, com a mulher deitada na ponta da cama de pernas para cima e o homem, de pé, arruma os tornozelos dela para os colocar nos ombros dele.
À luz do quarto é-lhe possível ver que ela está em êxtase. Apura o olho no buraco da fechadura. Mas tem um sobressalto interior e acha que está sendo observado. Fica de pé e se estica para, logo depois, virar a cabeça para um lado e outro, quando se percebe com medo de ser descoberto ou muito desejo sexual.
Respira e se atira para a abertura na fechadura outra vez.
A porta está entre ele e o casal.
Não há como recostar-se a ela sem que seja notado. Acomoda-se como pode com as mãos na parede e não se mexe, nem sob o impulso do pênis enrijecido que quer sentir um toque.
Sente uma espécie de prazer, em que ficaria de pé deixando aquela mulher lamber seu pau, na mesma técnica vagarosa que ela usa com o marido. Ela busca o encontro dos testículos do marido com tamanha avidez que o rapaz tem de pegar nas calças novamente. O homem estica-se todo, como se estivesse alongando o corpo e, entre suspiros de gemidos, agarra os cabelos dela, como quem segura a caça por ser dono e senhor.
Ela ergue, vez por outra, a cabeça para olhá-lo, de lábios úmidos, lambendo-os, com vontade.
Ouve, com delícia, os gemidos dela, a tremer as pernas de tanto desejo, que se esquece de onde está e coloca as mãos dentro da calça. Passa a acariciar o pênis. Ora passa a mão com carinho lento, ora faz uma espécie de concha aberta para bater uma punheta, naquela entrega apressada do que sente.
Não tem muito que dar ritmo aos movimentos de fricção. Sente um calafrio percorrer o corpo e uma glândula espirra o sêmen. A mão fica dormente momentaneamente. Sente uma contração de prazer no corpo, como se um perfume de uma boca muito feminina lhe viesse ao encontro das narinas. E sem receios de ser notado ali naquele corredor, tendo ainda a mão na calça, fecha calmamente o zíper.
Ainda olha pela fechadura da porta. A mulher está de quatro na cama, enquanto o marido, de joelhos a penetra segurando-a pelos quadris. É uma visão breve. Ele, cônscio de que sua situação pode ser descoberta, encara o resto do espaço que o distancia do próprio quarto.
Entra, fecha a porta e se despe indo para o banheiro numa ação contínua.
Que mal pode advir de quem tem a capacidade de gozar de cenas de um homem e uma mulher que se amam? O homem, por isso mesmo, ocupa o lugar unânime da virilidade masculina.

Ah! a expressão virilidade masculina me vem, romanticamente, com a imagem de uma noite ao luar!...

Um gay

Era isto. Ela conhecia o meio de fazê-lo tirar a roupa. Se não se submetia a seus desejos, logo cederia. Que fazer? Tinha a mansidão das mulheres que sabem esperar um homem amá-la. E quis. Nunca desejara tanto algo. A ocasião era especial. Conhecera a atração por um gay, casualmente, sem uma provocação da parte de ambos.
Era, sem sombra de dúvida, bela. Adorava praticar esportes e reunia-se todos os sábados com uma turma de amigos às margens do rio da cidade. Jogavam vôlei. Era tudo feito com muita alegria e descontração.
Aproximou-se de um amigo. Foi quando o viu. Nesse momento já soube. Ele era gay. Cumprimentaram-se. João. Ele estava a passeio pelo fim de semana na casa do primo, não o interrogou... Era que falava com espontaneidade do tempo da infância na casa da tia. E não queria outra coisa que não fosse vir por mais dias.
Veio. Saíram à noitinha após um jogo. Não a sós. Com todos os amigos. Divertiram-se com aquele ar de quem não tem o que fazer no dia seguinte.
Ela resolveu ir ao banheiro fugindo das amigas, quase, pensando em ir embora.
E com o coração aos pulos, viu-o chegar. Embriagado. Completamente. Não soube bem o que lhe aconteceu. Esforçou-se para não olhar para o pênis dele, consciente de saber que ele entrara no banheiro por engano. Talvez.
_ João...
Ele, porém, era só atenção no ato. E quando percebeu que era observado, retraiu-se. E saiu sem dizer nada.
Nervosa, ela caminhou por entre os amigos, ia de um a outro e não conseguia permanecer nas conversas. _ Onde ele estaria? E mais nervosa ficou quando o viu conversar com o primo dele. Gesticulava.
Reuniu coragem. Caminhou até eles.
_ Vocês vão ficar até de manhã?
_ Gente! Acho que tenho de ir ali. _ Disse o primo de João.
Ela não tinha medo de seus desejos. Conhecia-se o suficiente para temer estar querendo algo que se recriminasse depois. Era uma mulher aberta, com audácia e iniciativas. Queria-o. uma questão de sedução, pensou. Atraí-lo, conquistá-lo, para que também a desejasse. Tinha material para isso. Era vira, e como! Encontrava um gozo interior em sentir-se em princípio de estar com um gay. Um gay. Fez planos mentais e rápidos do que poderia haver entre eles. E chegou mais perto, calma, chamando-o pelo nome.
_ João!
Ele deu um discreto sorriso.
Chamou-o novamente.
- João!
Ele a olhou. Ficaram em silêncio. Dir-se-ia que estavam se conhecendo.
Pareceu haver um arrepio na pele deles. Ouviu-se os sons dos passos caminhando e, sem mesmo sem se saber para onde, eles seguiram a rua.
Ganharam a praça. Estava deserta. Percebeu-se os vultos sentados num banco e, depois, afastaram-se caminhando em direção a um bar. Entraram, compraram uma garrafa de bebida e saíram. Ouviu-se os passos perdidos, na exatidão de quem conversa e para ouvir a voz do outro.
Num dado momento, ele parou. Dúvida? Venceu algo que ela disse. Continuaram.
Já por volta de umas dez quadras, eles entraram numa casa. Ela tinha a chave.
João estava misterioso e calado. No quarto, na penumbra, havia uma grande cama de casal e foi escorrendo para ela, sem sentir direito o que fazia. Esticou um dos braços em busca de um travesseiro. Tomou nas mãos um corpo, agasalhou-se como pôde, e, mesmo sem saber de quem era, passou a mão carinhosamente.
Estremeceu. Os seios eram dois melões enormes. Circunvagou o olhar pesado de sono e embriaguez. Não sabia o sentia... Mas uma curiosidade terrível fez com seus lábios os mordicasse. Quis se certificar de que eram verdadeiros. Passou a língua por sobre o contorno. Foi mexendo-se por sobre aquele corpo e chegou ao entrepernas. No íntimo, tinha a certeza de que era um corpo de mulher. Um impulso de parar invadiu-o. Suas mãos, todavia, invadiram a região genital, lascivas e imperiosas. A mulher fizera com que seu membro endurecesse.
Ele estava com muita tesão por ela! E não teve a menor vacilação: tateou o pênis dele e o sugou, lambeu-o e o passou delicadamente nos lábios vaginais: tão demoradamente que sentiu que gozou.
Ela pressentiu que João conservou-se na mesma posição: deitado de costas. Um pensamento de que no outro dia ele não se lembraria de nada, invadiu-a. Fora, ouviu-se o início da chuva. Pouco a pouco, a água batia nas telhas da casa. Ritmada e fina. Foi, quando ela se lembrou que o convidara a pernoitar em sua casa devido à embriaguez dele e com o argumento de que o primo dele iria sair com uma garota, numa fantástica história de que podiam ser ótimos amigos. E não soube se conter de deitar na cama com ele, quando João estava indefeso pela bebida...
E saiu da cama... quando um raio cortava a madrugada, caminhando muito concentrada em manter a decisão de deixar João dormir sozinho.  E viu, ainda com desejos, ele levar uma das mãos ao pênis ereto. Não olhou duas vezes. Sacudiu a cabeça e entrou no outro quarto.

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Mania de mulher



 Ainda nem sei como isso começou. O certo é que um dia me dei passando o dedo na vagina e cheirando-o. De início achei o cheiro um tanto estranho, todavia atrativo. E sem notar, dei-me por todos os momentos do banho em passava dois dedos na vagina. Mas o caso piorou: passei a fazer isso nas horas do xixi.
Então, um dia eu fui a uma reunião de trabalho num restaurante, à noite. Como sempre, precisei ir ao toalete.
_ Vou contigo, Maria! – disse – me a amiga Rita, a quem eu contara o que ia fazer.
Tudo bem, tudo bem, repeti comigo mesma sabendo que ela não me veria dentro do cubículo.
Estava, assim, eu despreocupada olhando-me ao espelho (isso eu ainda não havia ido fazer minha necessidade fisiológica já que o banheiro estava lotado) quando uma portinha abriu e eu desci a saia e baixei a calcinha. De imediato sentei-me no vaso sanitário e antes de fazer xixi, levei os dedos anelar e o médio de encontro á minha vagina. Passei-os entre os pequenos lábios, na região do clitóris. Ergui os dedos e os levei ao nariz. Sorvi o perfume – inebriante. Uma espécie de prazer correu-me na pele. A satisfação de sentir-me uma fêmea, uma adúltera, uma mulher pecadora. Sorri.
_ Ah, Maria, você tem a mesma mania que eu!
Lá estava Rita, minha amiga, com um enorme sorriso nos lábios. Estanquei. Um misto de vergonha, seguido de uma sensação de estar perdida apossou-se de mim. E quis olhar, de sofreguidão, quem estava nos vendo. Felizmente o banheiro estava vazio de outras pessoas. Suspirei e a olhei.
_ Ora, não te preocupa, não! Essa mesma mania eu tenho. É coisa de toda mulher, acho.
E eu tive de lhe devolver um sorriso de quem tem uma grande amiga e o sabia. E ela era realmente minha amiga. Foi a parir de então que costumávamos ir juntas ao banheiro do escritório.

Marido



O homem entrou pela porta e foi direto ao controle da TV. Desligou-a. A esposa fixou nele um olhar de raiva.
_ Precisa toda vez que chega desligar essa televisão?
Ele não se incomodou. Sabia que ela não ligaria o aparelho e que a conversa morreria nisso.
_ Estou indo para o banheiro. Leva minha toalha e uma cueca limpa!
Quando ela empurrou a porta do banheiro, ele estava se masturbando.
_ Vem cá! _ falou o homem com um to de voz que não admite recusa.
Ele não a beijou. Levantou-lhe a saia do vestido e foi introduzindo o pênis numa vulva seca.
_ Que bom que está seguindo minhas orientações de ficar sem calcinha em casa.
A mulher apenas gemeu ao sentir o membro rijo dentro de sua vagina. E, mecanicamente, iniciou um sobe e desce no gingado das pernas. Sabia que ele teria uma ejaculação rápida. Ainda bem.